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O que devemos fazer em casos de emergência?  Primeiramente, procure manter a calma para que você possa agir de forma rápida. 

Dependendo da gravidade,  você pode inicialmente dar um primeiro atendimento à ave,  antes de receber atendimento de um veterinário. 

Alertamos para nunca medicar seu pássaro por sua própria iniciativa!


 

AVE NÃO ESTÁ SE ALIMENTANDO

 

Quando a calopsita não consegue apreender o alimento por encontrar-se debilitada/enferma ou devido a uma questão nutricional, precisa receber alimentação apropriada com a ajuda do veterinário ou muitas vezes do criador.   

Essa alimentação deve ser balanceada e adequada à calopsita, existente no mercado com o nome de "papinha" ou "alimento especial para psitacídeos (filhotes)", de marcas como CC Albium, Megazoo, Alcon, Orlux, etc. O alimento em pó deve ser preparado com água, conforme orientação do fabricante, e ministrado à ave até o total restabelecimento.  Pode ser dada com colherzinha de café ou seringa. 

Em casos graves quando a ave não consegue apreender o alimento que é fornecido, é necessário administrá-lo através do que chamamos de sonda, que permite alimentá-la em doses uniformes de acordo com suas necessidades nutricionais, diretamente no papo, sem risco de sufocá-la com excesso de alimento.  

É um procedimento que deve ser feito somente por uma pessoa com habilidade e conhecimento, ou veterinário, pois é invasivo, podendo ocasionar a morte da ave por perfuração do esôfago, da orofaringe, da traquéia, inundação do pulmão pela papinha, caso a sonda seja posicionada em local incorreto.  O assunto aqui apresentado é apenas de caráter informativo! 




 


Inalação, quando solicitado pelo veterinário, em caso de inflamações das vias respiratórias:






 

COLAR ELIZABETANO

 
Em situações em específicas e em último caso, quando a ave passa a bicar uma determinada região do corpo, quer seja por auto-mutilação ou por estar se sentindo incomodada por curativo feito e tentando retirá-lo, pode ser usado colar elizabetano, conforme imagem a seguir, feito de material plástico e fechando-o com esparadrapo. 

Deve ser usado pelo tempo mínimo necessário, isso porque o colar acaba trazendo estresse, principalmente na fase inicial, impedindo de  a ave limpar-se com o bico, comportamento normal entre as aves.  O uso do colar deve estar atrelado a outros procedimentos como deixar a ave em ambiente tranquilo, deixá-la sozinha numa gaiola ( o mais indicado) pelo menos nos primeiros dias de adaptação ao colar, abaixar os poleiros da gaiola, ou deixar a ave numa caixa, dependendo do caso.

O ideal é que o veterinário avalie a real necessidade de usá-lo na condição que o pássaro se encontra.






 

MANTENDO A AVE AQUECIDA


Na recuperação da ave, muitas vezes é importante mantê-la aquecida, uma vez que a temperatura corporal da calopsita varia em torno dos 40ºc, principalmente na convalescença de doenças respiratórias, pós operatórios, etc., caso contrário a ave pode ser vítima de hipodermia.
 

O proprietário da ave pode adaptar em casa uma estufa, utilizando uma caixa de plástico alta, com tampa, fazendo pequenos furos para a passagem do ar, e afixada uma lâmpada halógena cor vermelha de 20w no alto da caixa que terá a função de aquecer o ambiente. 

No interior de caixa deve ser deixado, além de pote de alimento e água, um pote maior de água para permitir que o ambiente tenha certa umidade, uma vez que estará sendo utilizado a lâmpada no aquecimento.


 

 



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