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Se você está pretendendo adquirir ou adotar a calopsita como animal de estimação, e precisa de informações sobre este pássaro, você está no lugar certo.  Orientamos sempre que diversos pontos sejam previamente analisados para que a aquisição seja feita de forma consciente e responsável, nunca impulsiva.


 

1 - Avalie 

Primeiramente, busque informações gerais a respeito da ave através de livros e artigos específicos, grupos de discussão, visitas a pet shops, criadores, etc., para certificar-se de que se trata do pássaro que é mais adequado ao seu estilo de vida e, consequentemente, você se identifica.


 

2 - Estar preparado para manter uma calopsita de forma saudável :

a)  longevidade da calopsita;
b)  você fica ausente de casa por muito tempo, viaja com frequência?;
c)  tem pessoas que possam vir a tomar conta da ave em caso de necessidade e urgência? (viagem, mudança de residência, doença, etc.);
d) se você mora em apartamento, é permitido aves em sua dependência?;
e) se você tem outros animais como pet, como que será essa convivência?;
f)  considere e pesquise primeiro as despesas iniciais e de manutenção que se requer para ter a ave (gaiola, alimentação, etc.), inclusive visitas a veterinário;
g) se há veterinário especializado no atendimento a aves em sua região;
h) espaço físico para a gaiola.


 

3 - Comportamento

a) Numa primeira análise, pode-se pensar que os cuidados que uma ave requer são mais fáceis do que os dispensados a um cão ou gato, por exemplo. Mas a calopsita é um pássaro inteligente e ativo, e requer períodos de interação com seu dono (nada com exagero, é claro), dentro e fora de sua gaiola. Quando a calopsita nao recebe a atenção adequada,  pode desenvolver comportamentos agressivos, inclusive a auto-mutilação (arrancar suas próprias penas);

b) A calopsita por natureza é um pássaro barulhento, mas quando domesticado geralmente é bem mais quieta, alternando momentos que pode gritar, assobiar, cantar.  Isso depende muito da personalidade da calopsita.  Não podemos generalizar, cada exemplar tem seu jeito próprio e característico de ser e de se comunicar.

 

c) Muitas pessoas que adquirem aves domesticadas (de forma geral) esperam conviver com elas eternamente como pets sem a possibilidade de acasalá-las na época oportuna, quer seja porque não desejam filhotes devido ao trabalho de cuidá-los, ou até mesmo pela falta de espaço, etc.), não se dando conta muitas vezes da natureza de sua espécie, que é procriar.  Alertamos você que à medida que a calopsita à medida que cresce e se torna adulta, passa a ter interesse em se relacionar sexualmente, por essa razão, os machos e fêmeas comportam-se dentro dessa realidade, ou seja, se masturbando em poleiros, bem como as fêmeas podem vir a botar ovos mesmo que sozinhas (sem parceiros) e sem a presença de ninho (vide Postura Crônica de Ovos - em Reprodução).

d) Recomendamos proporcionar uma companhia para sua calopsita, de sua espécie, mesmo que ela receba atenção de toda a família diariamente. Aves solitárias podem desenvolver comportamentos como auto-mutilação, dependência excessiva de seu dono, etc.

 

 

4 - Expectativas em relação à calopsita

 

Conforme anteriormente falamos, cada calopsita é única e exclusiva quanto ao comportamento, portanto não crie expectativas de vir a ter um exemplar que seja do jeito que deseja, para evitar frustrações.  Por exemplo, umas são mais quietas, outras mais ativas, umas não apreciam um cafuné na cabeça, enquanto outras adoram, umas assobiam mais, outras chegam até a falar (habilidades vocais mais desenvolvidas nos machos, dificilmente uma fêmea assobie, cante e fale) através de incentivos, mas o mais importante saber é que o sucesso na interação dono x ave não requer que a ave tenha tamanha versatibilidade e habilidade para sentir e transmitir o carinho ao seu dono.

 

 

5 - Relacionamento criança x calopsita

Não recomendamos o contato da calopsita com crianças pequenas, principalmente sem a supervisão de uma pessoa adulta, por questão de segurança tanto da parte da  criança (a calopsita pode comportar-se de forma defensiva a um movimento brusco ou um carinho mais exagerado provocando susto ou medo), como também do pássaro, pois bem sabemos que a maneira inadequada de interagir com o mesmo pode ocasionar acidentes domésticos e, dependendo da idade e da maturidade da criança, não seja ainda o momento adequado. 

Pense e analise com muito cuidado esta questão.
 

 

 

 



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